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Todas/os as/os voluntárias/os que participarão na Expedição Aérea Humanitária Flight of Hope apresentaram-se no blogue que relatará o dia a dia da expedição. Ficou assim o meu perfil:

 

“Se pensa que é muito pequena/o para fazer a diferença, tente dormir num quarto fechado com um mosquito”

Provérbio Africano

 

Alexandra Alves Luís deixou para trás a gestão e as empresas e, depois de uma volta ao mundo, mudou de vida dedicando-se, actualmente, à investigação, formação e activismo pelos Direitos das Mulheres, em Portugal e no Mundo. Coordena um projecto de informação e sensibilização para a intervenção contra a Violência de Género, trabalhando as áreas da Violência Doméstica e no Namoro, Corte dos Genitais Femininos e Tráfico de Seres Humanos, na ONG UMAR, e é investigadora do CESNOVA- Faces de Eva, da Universidade Nova de Lisboa.

Sempre sonhou conhecer o mundo mas, por ter nascido menina, só aos 20 anos conseguiu fazer a sua primeira viagem sozinha. Foi o seu primeiro estágio e o destino escolhido, o país mais distante de Portugal a que se podia candidatar, a Finlândia. Desde então tem vindo a concretizar o seu sonho de conhecer todos os países do mundo, tendo vivido em cinco países, viajado em todos os continentes e em mais de 90 países.
Nadou com lobos-marinhos nas Galápagos, fugiu de ursos polares no Árctico, mergulhou na Antárctica, andou com leões na Zâmbia, viu o primeiro eclipse solar total do sec. XXI e assistiu ao regresso dos restos mortais de Che Guevara a Cuba.
Em 2011, percorreu o sul de África, em camião, tendo visitado os locais históricos associados à vida de Nelson Mandela que com Aung San Suu Kyi e Maria Teresa Horta são as pessoas que mais a inspiram.
Abraçou o voluntariado na Expedição Aérea Flight of Hope com grande emoção, pois visitará alguns locais, em Moçambique, onde a tia Fernanda, que partiu no passado mês de Abril, viveu. Sente que o que receberá das populações que irá contactar, durante a expedição, a ligará para sempre a estas geografias, no verdadeiro espirito do provérbio congolês - as pegadas das pessoas que andaram juntas nunca se apagam. 
 

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Inspirações

por A Outra Metade do Mundo, em 09.06.13

"Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento" Clarisse Lispector

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