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publicado às 22:25

40 anos | MLM Movimento de Libertação das Mulheres

por A Outra Metade do Mundo, em 08.05.14

 

« O MLM nasceu em Maio de 74, na noite do dia em que terminou o julgamento das " Três Marias" (...) "Já tínhamos as duas, eu e a Isabel [Barreno], falado várias vezes da necessidade de fundar um movimento feminista. Naquele dia, ao ver todas aquelas mulheres no tribunal a apoiarem-nos, as feministas estrangeiras que vieram e as portuguesas, a Isabel virou-se para mim, depois da leitura da sentença e disse: " Teresa, está na altura". Marcámos uma reunião para a casa dela nessa noite, com muitas das mulheres que estavam ali na Boa-Hora" (...) "Nos primeiros tempos, a casa de Isabel serviu de sede" »

                       

                                              Jornal Público, 28 de Janeiro de 2006

 

Fotografía: Maria Teresa Horta Página Oficial no Facebook

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publicado às 23:36

LEVEMOS PARA A RUA A LIBERDADE

 

Levemos

para a rua a liberdade

 

de vermelho

 

Corpo de cravo

encarnado

de ilusão e devaneio

 

Num Portugal

maltratado por quem

lhe destrói o sonho

 

A promessa e o anseio

de luzeiro e de archote

a iluminar-lhe os princípios

 

No cumprir do passo alado

da amargura o contrário

no prosseguir libertário

 

de ideário e enredo

 

Levemos

para a rua a igualdade

 

com a raiz do feminino

 

A palavra e a poesia

de invenção e desígnio

no seu próprio labirinto

 

Aviso de sobressalto

entre a quimera e o perene

o quebrado e o unido

 

Maria Teresa Horta - 01 Maio 2014

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publicado às 15:10

25 de Abril | Sophia de Mello Breyner Andresen

por A Outra Metade do Mundo, em 25.04.14

 25 de Abril


 Esta é a madrugada que eu esperava

 O dia inicial inteiro e limpo
 Onde emergimos da noite e do silêncio
 E livres habitamos a substância do tempo

 

 Sophia de Mello Breyner Andresen, O Nome das Coisas, 1974

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Biblioteca Nacional de Portugal

 

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publicado às 00:00

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publicado às 14:00

25 de Abril, Sempre | Cinemateca

por A Outra Metade do Mundo, em 17.04.14




«LIBERDADE É NOME DE MULHER no seu início, Maria Antónia Palla disserta sobre o papel das mulheres na revolução. Evocando o título de outra das famosas séries documentais que a Cinequipa produziu para a RTP neste período, e de que fazem parte outros filmes deste programa, (“Nome-Mulher”), o seu centro são os acesos acontecimentos do 28 de setembro. Nas imagens vemos Lisboa repleta de barricadas, reação popular às movimentações da “maioria silenciosa”. »





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publicado às 10:20

 

"Em 2010, o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian organizou uma mostra antológica dos 30 anos de trabalho da artista plástica Ana Vidigal. O documentário leva-nos, durante a montagem da exposição, a descobrir a artista e as várias fases da sua obra. Através de uma estrutura narrativa paralela, acompanhamos a rotina diária de Ana Vidigal, a partir da sua casa que é também o seu atelier de trabalho. A vida pessoal e a profissional da artista encontram-se no mesmo espaço físico. E é entre estes dois mundos, o exterior da exposição, das obras terminadas, e o interior do atelier, queficamos a conhecer uma das mais importantes artistas plásticas portuguesas contemporâneas."

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publicado às 16:35

Cinema no Feminino | Goethe Institut Lisboa |10-15/3

por A Outra Metade do Mundo, em 09.03.14

PROGRAMA

 

10 de Março 2014 – 19.00 horas

ROSA LUXEMBURGO (Rosa Luxemburg)

de Margarethe von Trotta, 123 Min., 1985/86, leg. em português

Com imagens muito fortes, a realizadora Margarethe von Trotta conta-nos a movimentada história de vida da militante socialista Rosa Luxemburgo, nascida em 1870 e assassinada em 1919 pelas milícias de direita Freikorps. Num misto de cenas representadas e de documentário, este filme tenta colocar em evidência a faceta política, e também a privada, da lendária Luxemburgo, combatente do movimento dos trabalhadores e opositora da Primeira Guerra Mundial.

 

 

 

 

11 de Março 2014 – 19.00 horas

SOPHIE SCHOLL - OS ÚLTIMOS DIAS (Sophie Scholl – Die letzten Tage)

de Marc Rothemund, 116 Min., 2005, leg. em português

Fevereiro de 1943: numa distribuição de panfletos contra a ditadura nazi, a estudante Sophie Scholl e o seu irmão Hans são levados presos na Universidade de Munique. Dias e dias de interrogatórios pela Gestapo transformam-se em duelos psicológicos entre a jovem e os seus interrogadores. O filme ilustra os últimos seis dias (17 a 22 de Fevereiro de 1943) da vida de Sophie Scholl. Através da sua revolta contra o nacional-socialismo, Sophie Scholl e os outros membros do grupo de resistência «Weiße Rose» tornaram-se símbolos de coragem civil e da luta altruísta contra o despotismo e a opressão.

 

 

 

12 de Março 2014 – 19.00 horas
SE NÃO NÓS, QUEM? (Wer, wenn nicht wir)
de Andres Veiel, 124 Min., 2010-2011, leg. em português

Alemanha no início da década de 60. O país ainda vive tranquilo. Mas a revolta já paira no ar. Também Bernward Vesper, filho do escritor nacional-socialista Will Vesper, participa nos protestos. Quando conhece Gudrun Ensslin, é este o início de uma história de amor extrema: incondicional, desmedida, até ao limiar da dor. Juntos, partem à conquista do mundo. Mas depois os seus caminhos separam-se: Ensslin conhece Andreas Baader e volta-se para a luta armada clandestina, ao passo que Bernward se perde em delírios de trips de droga...

 

 

 

 

13 de Março 2014 – 19.00 horas
O FACTOR SUBJECTIVO (Der Subjektive Faktor) 
de Helke Sander, 138 Min., p/b e colorado, 1980/81, leg. em português

«Como começou o novo movimento feminista?», «Como era viver numa comuna?» Numa perspectiva da décade de 80, o filme reconstitui os acontecimentos de 1967 a 1970. O que teria acontecido se determinadas pessoas, em determinados momentos, tivessem agido de outra forma ou não tivessem agido de todo? Qual a influência do «factor subjectivo» sobre os acontecimentos de um dado tempo? Através da personagem principal, Anni, que vive numa comuna com um filho, o filme permite entrever de que forma um movimento cria uma sensação de revolta através das muitas novas questões que vão surgindo, como se vai gradualmente dogmatizando e como acaba por decair.

 

 

14 de Março 2014 – 19.00 horas
BARBARA 
de Christian Petzold, 108 Min., 2012, leg. em português

Verão de 1980 na RDA: a médica Barbara solicitou uma autorização para sair do país. Contudo, é sujeita a um processo disciplinar e transferida da capital para um pequeno hospital de província. Jörg, o seu amante da Alemanha Ocidental, prepara a fuga de ambos pelo Mar Báltico. Barbara espera. Barbara trabalha na secção de cirurgia infantil sob a direcção do seu novo chefe André que a confunde. Porque que é que ele esconde a sua preocupação com a fugitiva Stella? Estará incumbido de a vigiar? Ou apaixonado por ela? Barbara começa a perder o controle. Sobre si própria, sobre os seus planos, sobre o amor. E o dia da planejada fuga aproxima-se cada vez mais...

 

 

15 de Março 2014 - 19.00 horas

A NOIVA TURCA (Gegen die Wand) 

de Fatih Akin, 121 Min., 2004, leg. em português

Para fugir à castradora casa dos pais, a jovem turca Sibel, de Hamburgo, pede a Cahit, um turco de 40 anos,que se case com ela a fingir. Cahit, cínico e alcoólico, não estando minimamente interessado nas convenções e costumes turcos, acede por fim ao pedido. Em seguida, Sibel, com os seus 20 anos, aprecia a vida em «liberdade» e esgota toda a sua fúria de viver. Cahit e Sibel acabam por se apaixonar. Por ciúme, Cahit mata passionalmente um amante de Sibel e é preso. Sibel, que promete esperar por Cahit, foge da família e viaja para Istambul. Anos mais tarde Cahit é libertado, viaja para Istambul à procura de Sibel e quer recomeçar com ela uma nova vida na Turquia.

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publicado às 23:23

Zero Tolerância à Mutilação Genital Feminina

por A Outra Metade do Mundo, em 06.02.14

 

 

Visão nº 1092, pgs. 66-68

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publicado às 21:20

Bye, Bye Alcântara

por A Outra Metade do Mundo, em 24.01.14
Bye, Bye Alcântara

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publicado às 19:47


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